09/03/2010
Alto índice de raio ultravioleta é um risco para a saúde da pele

Segundo dados da Somar Meteorologia e divulgado pela Folha de S. Paulo, hoje os raios UV (ultravioleta) atingiram a condição extrema de radiação em algumas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, por exemplo. Se já era importante o uso de protetor solar, agora é imprescindível.
Com a elevação do nível dos raios UV, aumenta o risco de danos à pele, que podem variar de uma vermelhidão até o aparecimento de manchas, envelhecimento precoce e até câncer. A solução todo mundo já sabe: sempre usar protetor solar. Mas o problema é que muitas pessoas acabam por não reaplicar o produto durante o dia, conforme a especificação do fabricante (a cada três horas), por falta de tempo ou até mesmo para não tirar a maquiagem. Estudos científicos recentes comprovaram que novos princípios ativos podem permanecer na pele por 12 horas, protegendo, assim, a pele dos riscos dos raios UV. A empresa ADA TINA lançou recentemente o Normalize, que é o único produto do mercado que atua por 12 horas, sem precisar de reaplicação a cada três horas, como acontece com os protetores existentes no mercado.
As moléculas dos fotoprotetores possuem um mecanismo de transferência de átomos, que permite a absorção da radiação solar nociva e conseqüente transformação desta em calor, que é inofensivo, protegendo a nossa pele dos danos dos raios UV. A maioria dos fotoprotetores brasileiros necessita de reaplicação, pois as moléculas dos filtros convencionais não são estáveis e após algumas horas de exposição ao sol ocorre a completa degradação das moléculas, deixando a pele desprotegida. Já o Normalize mantém a mesma proteção durante o tempo todo. Ele tem um mecanismo de proteção muito eficiente. Cria-se uma película sobre a pele que absorve e reflete a radiação solar, sem deixar que os seus componentes a atravessem e atinja a corrente sanguínea. Por isso, ele pode ser utilizado por qualquer pessoa, até por crianças a partir dos seis meses de idade.
Alguns fotoprotetores brasileiros atuam somente contra os raios UVB, que são sentidos na pele, pois causam vermelhidão e ardência. Por outro lado, a penetração dos raios UVA (energia fria) é imperceptível e indolor. Por isso, as pessoas acham que não há necessidade de se proteger deles, pois, também, as normas brasileiras não exigem que os protetores nacionais tenham esta função. Os raios UVA, no entanto, têm um alto poder de destruição das células, podendo atingir o DNA, além de causar o envelhecimento cutâneo da pele e, até, câncer. (Leia mais abaixo sobre raios ultravioletas).
Presente na composição do Normalize, o AQUAXYL, molécula que normaliza o fluxo de água através da pele, também auxilia a reestruturação da epiderme, além de normalizar o brilho e fazer a hidratação cutânea. “Além de ter a certeza de que estou protegida também dos raios UVA, o Normalize tem uma textura muito suave e cheirosa. Absorve rapidamente na pele sem deixá-la oleosa, como acontecia com os outros protetores que já usei”, afirma a analista de exportação Adriana Hernandes.
Raios ultravioletas
O Brasil tem grande parte da superfície demográfica localizada entre o Trópico de Capricórnio e o Equador. Esta área recebe com maior intensidade os raios solares UVB, UVA e UVA 1 por estar mais próxima ao sol. Desta forma, é imprescindível o uso de protetor solar diariamente, até mesmo no inverno.
UVB - Aumenta muito durante o verão, especialmente nos horários entre 10 e 16 horas quando a intensidade dos raios atinge o máximo. Os raios UVB penetram superficialmente e causam as queimaduras solares. É a principal responsável pelas alterações celulares que predispõem ao câncer da pele. Ele tem menor penetração com mais força.
UVA - Possui intensidade constante durante todo o ano, atingindo a pele praticamente da mesma forma durante o inverno ou o verão. A intensidade destes raios também não varia muito ao longo do dia, sendo pouco maior entre 10 e 16 horas. É o principal responsável pelo fotoenvelhecimento. O UVA também está presente nas câmaras de bronzeamento artificial, em doses mais altas do que na radiação proveniente do sol. Ele tem maior penetração, com menos força. ADA TINA
Inspirada na arte milenar da cultura italiana, ADA TINA desenvolve regularmente em seu laboratório experimental de Milão produtos dermocosméticos inovadores, com princípios ativos de última geração e tecnologia inteligente, isto é, princípios ativos que atuam em total sintonia com a pele.
A ADA TINA produz seus cosméticos mediante os rigorosos protocolos de segurança da União Européia, da qual a Itália faz parte, atendendo à regulamentação mais avançada do mundo em produtos cosméticos. A empresa adota o conceito Lifeconcept, que representa um verdadeiro avanço no Brasil. Por essa determinação, ADA TINA, fundamentada igualmente nas cores italianas, elegeu o verde como seu primeiro princípio, que indica o respeito à natureza e ao planeta, adotando matérias-primas ecocertificadas, de fontes naturais e renováveis, livres de impurezas e sempre de fontes vegetais; o vermelho como segundo princípio e que indica o respeito à fauna, ou seja, as matérias-primas não são testadas ou derivadas de animais. E finalmente o branco como terceiro princípio, que indica seu profundo respeito à pele humana, livre de conservantes do tipo parabenos, benzofenonas, uréia e outros ingredientes que possam agredir a pele ou a saúde humana.
www.adatina.com - SAC: 0800-7742404
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